sexta-feira, 5 de julho de 2013

A SÍNDROMA DA FADIGA CRÓNICA


3º. CAPÍTULO

A SÍNDROMA DA FADIGA CRÓNICA




A sua mente e as suas emoções podem ser importantes fontes de energia ou importantes esbanjadoras de energia. O que é mais complicado é que a escolha entre uma realidade e outra  é sempre nossa. 
Vamos explorar esta ideia ao longo das nossas conversas.

Antes de continuarmos, contudo, é importante saber que há um subgrupo de pessoas que sofrem de uma versão mais grave de fadiga crónica que foi reconhecido na década de 80 pela primeira vez. 

Embora não haja uma concordância entre os médicos em relação à causa do problema, existem indícios que apontam para uma infecção viral e uma disfunção do sistema imunológico. Estas pessoas sentem um tipo de fadiga muito intensa e persistente capaz de reduzir as actividades do dia a dia em 50% durante 6 meses no mínimo. 
Também apresentam sintomas físicos como febre baixa,dores de garganta cíclica, gânglios linfáticos doridos, dor ou fraqueza muscular, dores nas articulações e dores de cabeça.
O sono parece nunca ser suficiente, e a concentração e a memória de curto prazo também apresentam problemas. 

A diferença é que as pessoas com o tipo de fadiga crónica conseguem geralmente fazer um esforço para realizar as suas actividades do dia a dia, mas aquelas que apresentam a "SFC" ficam realmente incapacitadas pelo distúrbio.

O concelho é : se tiver sintomas que possam apontar para a Síndrome de Fadiga Crónica, (SFC) deve fazer um exame médico.


AS VERDADEIRAS FONTES DA FADIGA CRÓNICA
  
Reconhecemos hoje que a fadiga crónica é um problema bastante comum que pode impedir-nos razoavelmente de aproveitar a vida, ou ser devastador quando assume a forma da Síndroma da Fadiga Crónica "SFC"

Mas a solução do problema é sempre a mesma: MAIS ENERGIA.

A cura da fadiga crónica - e a base para alcançarmos uma vida mais satisfatória em geral - baseia-se na habilidade de recorrermos ao campo natural de energia que nos cerca que é a energia do universo.

Einstein revelou que cada átomo no universo contém uma enorme quantidade de poder, e os físicos contemporâneos continuam a demonstrar que há uma única fonte de energia subjacente a tudo, e é a partir dessa fonte que todos os fenómenos do universo adquirem vida.  NA QUALIDADE DE SERES HUMANOS, somos simplesmente concentrações localizadas de energia e inteligência no campo universal.

Temos que ter a consciência que a energia e a inteligência que percorre o nosso corpo é a mesma que governa o universo.
Portanto nós e tudo o que nos cerca somos parte de um continuum com a natureza. Fazemos parte dela.

Para tornar isso mais claro quando consideramos os átomos que compõem o nosso corpo, conforme a física quântica demonstrou, que eles não são objectos sólidos e irredutíveis, mas sim entidades formadas por partículas subatómicas - protões, neutrões e electrões - que rodopiam à volta um dos outros a velocidades incríveis. 

E mais ... dentro de cada átomo as distâncias entre estas partículas subatómicas são proporcionalmente tão grandes quanto a distância entre as estrelas e as galáxias. Isto significa que o corpo humano é proporcionalmente tão vazio quanto o espaço intergaláctico.

De um ponto de vista físico, Einstein e os grandes físicos das décadas de 20 e 30 confirmaram que cada partícula física é, em última análise, uma forma de vibração de energia denominada "função onda" . Esta descoberta  - a de que a matéria é na verdade uma forma de vibração de onda - é chamada ""dualidade onda-partícula" na física quântica.
Estas abordagens oriundas dos ramos mais avançados da física moderna podem proporcionar-nos um entendimento totalmente novo do nosso corpo. 

Além da sua forma material, o corpo é na verdade um campo de energia pulsante e dinâmico denominado corpo mecânico quântico.



É NO CORPO MECÂNICO QUÂNTICO QUE ENCONTRAMOS AS ORIGENS DA FADIGA CRÓNICA, BEM COMO AS SOLUÇÕES PARA ELIMINÁ-LAS

Quando quase todos nós (com excepção dos físicos quânticos) pensamos no corpo como algo sólido e físico, também pensamos na mente como algo insubstancial, imaterial e fantasmagórico. 

Enquanto aceitarmos as coisas dessa forma, é muito difícil compreender como a mente e o corpo podem interagir um com o outro.

Mas agora o relacionamento entre eles é precisamente o objecto  de uma nova área da ciência conhecida como "medicina de mente e corpo", que está a oferecer soluções muito interessantes para alguns problemas mais difíceis e frustrantes da saúde nos dias de hoje. 

Em resumo, os seus pensamentos são eventos quânticos,  vibrações subtis do campo, que exercem uma profunda influência em todas as funções do seu corpo. 


SABE O QUE É UM  "NEUROPEPTÍDEO"?

Ficou claro que há toda uma série de neurotransmissores, chamados neuropeptídeos, que é produzida pelo cérebro de todas as vezes que ocorre um pensamento ou sentimento. 

O tipo de neuropeptídio corresponde a quantidade de pensamento ou sentimento que teve lugar. 
E - o que é mais importante - esses neuropeptídeos não estão confinados ao cérebro ou ao sistema nervoso. 

Foram encontrados receptores de neuropeptídeos no aparelho digestivo, no coração, nos pulmões, nos rins e também no sistema imunológico. 

Isso indica que os neuropeptídeos exercem um mpoderoso efeito em todos os processos fisiológicos, inclusive na produção de energia e na imunidade.

Logo que compreendermos a ligação mente/corpo - ou seja como os pensamentos e as emoções afectam o nosso corpo - podemos começar a compreender as causas da fadiga crónica e a entender porquê que houve estudos que demonstraram que os pacientes que sofrem de fadiga crónica não costumam apresentar sintomas físicos, mas tendem a apresentar níveis de depressão e ansiedade acima do normal. 

Este é um aspecto crucial: parece haver um défice na vida mental e emocional do indivíduo que priva o corpo de energia e produz a fadiga crónica. Esse dispêndio de energia é função da ligação mente/corpo, e é coordenado por neurotransmissores produzidos no cérebro. 

Tendo como base esse ponto de vista mecânico quântico, vão ser oferecidas algumas regras que poderão ajudar a experimentar a energia pura em vez da fadiga crónica.

Vamos chamar-lhes "Princípios Elementares de Energia", ou PEEs, e ao longo dos capítulos irão ser apresentados novos PEEs

Sugiro que tenha a mão um lápis e papel  para ir anotando os PEEs quando os for encontrando. Isso ajuda-lo-á a manter a concentração e decorar os PEEs.

Até breve
Cré

(baseado no livro do Dr. Deepak Chopra)













  

domingo, 12 de maio de 2013






ANTES QUE ELES CRESÇAM









Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos. É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados. Crescem sem pedir licença à vida.
Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente. Um dia sentam-se perto de si na sala e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Onde está a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do Maternal?

A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil.
E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça! Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos, soltos.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incómodas mochilas da moda nos ombros.
Ali estamos, com os cabelos esbranquiçados.

Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias, e da ditadura das horas. E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros.
Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.

Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos.
Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas. Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judo.
Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas.

Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvirmos a sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao Shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.

Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afecto. No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, Páscoas, piscina e amiguinhos.
Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim.
Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados. 

Os pais ficaram exilados dos filhos.
Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas  "pestes".
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em busca de felicidade.
E que a conquistem do modo mais completo possível. O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.

O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer connosco.
Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afecto. Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.

Affonso Romano de Sant'Anna








A SÍNDROME DA FADIGA CRÓNICA

CAPITULO 2



Antes de abordarmos as soluções, vamos ver mais de perto o problema da fadiga nas sociedades actuais e fazer uma ideia da sua abrangência.

A fadiga é uma das queixas mais comuns ouvidas pelos médicos. Um estudo publicado pelo Journal of the American Medical Association descobriu que 24% dos pacientes que foram aleatoriamente  interrogados na sala de espera de um consultório de clínica geral se queixavam de fadiga crónica. Maior percentagem nas mulheres 28% estavam cansadas, em comparação com 19% dos homens - mas mesmo nestes últimos, a incidência era de quase um em cinco.


Apesar de não haver nenhuma dúvida de que  a fadiga está presente na vida de milhões de pessoas, ela é também uma das queixas mais difíceis de avaliar pelos médicos, que raramente consegue isolar e definir uma causa. Não quero com isso dizer que você não deva fazer um checkup se estiver a sentir fadiga persistente e profunda há já várias semanas, pois pode haver uma causa clara e definida, facilmente tratável, como anemia, problema de tiróide, diabetes, mononucleose, problemas renais ou algum outro distúrbio crónico.


É recomendável um exame médico para excluir estas possíveis causas, mas não deixo de dizer que a maior parte das pessoas que se queixam de fadiga crónica, não se consegue detectar nenhuma causa física. 


No contexto deste artigo, "fadiga crónica" significa uma visível falta de energia que dure há um mês ou mais, o que é muito diferente da fadiga aguda, causada geralmente por situações específicas , como fazer uma directa por qualquer razão que costuma desaparecer com o tempo e descanso adicional ao contrário das pessoas que continuam sempre cansadas e continuam a sentir-se assim por  mais que descansem. 



A LIGAÇÃO MENTE/CORPO E A SÍNDROMA DA FADIGA CRÓNICA

Apesar da grande incidência da fadiga crónica na população em geral, o seu impacto na vida normal é provavelmente subvalorizada por muitas pessoas.
Há estudos que provam que a fadiga crónica pode ser tão debilitante como uma doença da tiróide não tratada ou um ataque cardíaco recente.

Isso é ainda mais notório perante o facto de que a esmagadora maioria maioria das pessoas que sofrem de fadiga crónica não apresentam uma causa física clara para o seu problema.


Na ausência dessa causa, ficou claro que quase todos os casos de fadiga crónica são fortemente influenciados por factores emocionais psicológicos. Em alguns estudos descobriu-se, por exemplo, que até 80% das pessoas que sofrem de fadiga crónica  apresentam resultados acima do normal nos testes psicológicos detectores de depressão ou ansiedade. 


Isto traz a baila uma ideia extremamente importante - a ligação mente/corpo - , que será um dos principais temas desse artigo.


Até já


Cré


  






A SÍNDROME DA FADIGA CRÓNICA 


Olá Amigos,

Baseada na obra do grande Mestre Dr. Deepak Chopra vou por capítulos , falar-vos sobre um assunto que abrange uma grande parte da humanidade que é a "SÍNDROME   DA FADIGA CRÓNICA".

















CAPÍTULO 1



A FADIGA, A ENERGIA E O CORPO MECÂNICO QUÂNTICO


A fadiga consiste na ausência de energia física, intelectual e emocional, e a fadiga crónica na ausência prolongada dessas mesmas formas de energia.
Se você vive numa sociedade agitada, muito provavelmente nem precisa de uma definição de fadiga. Você já esta familiarizado com o problema. Com efeito, até já pode estar a conviver com a fadiga crónica neste momento.

Apesar de a fadiga ser muito frequente na vida moderna, não deixa de ser um fenómeno único quando comparada no contexto da natureza no seu todo.
Como todos podemos ver a natureza é rica em energia e actividade intencional. Os pássaros acordam cedo, cantam, constroem incansavelmente os seus ninhos e procuram comida para os filhotes, os esquilos pulam de galho em galho; e, na Primavera, as ervas e as flores quase parecem saltar da terra de tanta energia e vitalidade. 

Essa energia não está apenas no mundo biológico, mas também no universo físico. As ondas rebentam na praia; os rios correm em direcção ao mar; o vento uiva empurrando tudo o que está a sua frente; a terra gira em torno do seu eixo e à volta do sol; e o próprio sol produz sem parar uma quantidade incrível de luz e de calor. 

Os físicos dizem-nos que o universo nada mais é do que um campo dinâmico e pulsante de uma avassaladora energia.

Com tanta energia na natureza, como é possível que alguém se sinta cansado? A discrepância entre a prevalência da fadiga crónica na nas nossas sociedades actuais e a abundante energia do mundo natural cria um paradoxo perturbador. "Mas também pode nos fornecer uma importante pista para descobrirmos a verdadeira solução para a fadiga crónica."

Ao longo destes episódios o leitor aprenderá muitas técnicas para para restabelecer a ligação que há entre si e a natureza e as fontes de energia que cada um possui dentro de si.

No próximo capítulo antes de abordarmos as soluções, vamos examinar mais de perto o problema da fadiga crónica na nossa sociedade e fazer uma ideia da sua abrangência.

Por hoje ficamos por aqui....
Até já....

Abraços
Cré